
13.3.12
Actividades no Yoga Kshetra

15.2.11
A Prática de Yoga na Rotina Diária
Ciclo de Prática e Estudo
De Fevereiro a Julho, 3º Domingo de cada mês
" Eu perguntei ao meu pai acerca da sua pratica pessoal e como mudou ao longo dos anos(...) Ele disse, «Eu ficarei feliz em partilhar essa informação mas eu tenho uma sugestão para o leitor. Só porque eu passei por esta evolução na minha própria prática, não significa que todos tenham de passar pelo mesmo processo. Eles têm de encontrar a sua própria prática e o seu processo evolutivo orientados pelo seu próprio professor.
Retirado do livro "The Yoga of the Yogi", K. DesikacharNeste "Ciclo de Prática e Estudo" cada participante aprenderá a orientar a sua prática de Yoga de acordo com as necessidades, disponibilidade, tempo e circunstâncias da Vida.
Em cada sessão, serão fornecidas ferramentas e competências para que cada praticante adquira confiança e independência na sua prática pessoal, Nutrindo-a diáriamente e de modo consistente. Se tivermos presente que o Yoga nos conecta com a "Energia matriz" que sustenta tudo no universo, e que é a mesma energia que nos mantém saudáveis, nos dá força e confiança, de certeza vamos enfrentar melhor os desafios diários. Estaremos também mais preparados para os momentos em que inevitávelmente poderemos sentir alguma preguiça ou inércia, sejamos destemidos!
Para termos sucesso nesta caminhada é indispensável Cultivar uma atitude aberta e uma aproximação sincera às diferentes abordagens, objectivos e tipos de Yoga "olhando" para a sua Essência – O Yoga é só Um. É preciso que a pessoa tenha o coração aberto, e se dedique à prática e ao estudo até que compreenda verdadeiramente o que é a Tradição do Yoga, algo que se transformou, sobreviveu e atravessou o tempo, que é tão vasto e com raízes tão antigas.
Desse modo estaremos mais disponíveis para a Vida, para entender o nosso propósito neste mundo, a nossa relação com os outros e com a lei natural das coisas. Foram dados os primeiros passos para vivermos pacificamente e de bem com a vida, agora mesmo.
clique na imagem para ampliar)
14.2.11
28.10.10
Prática Intensiva de Yoga (4h), 6 de Novembro das 15h às 19h na BIOSOTIS (Barcelos)
Um dos propósitos do Yoga sempre foi conhecer de que "matéria" somos feitos. (...)
Ora, os yogis desde os tempos mais remotos observaram que o ásana e o pránáyáma são técnicas que comunicam com a periferia de si mesmo - o corpo e a respiração. (...)
Quando o corpo é saudável, a respiração é profunda e o pensamento é claro, tornamo-nos no mínimo mais disponíveis para a vida. (...)
--
INCRIÇÕES: Biosotis (Barcelos)
Avenida D.Nuno Alvares Pereira,nº47
Telem: 917 222 674
biosotisbarcelos@hotmail.com
Valor: 25 euros
26.10.10
Swamiji on Advaita Vedanta and Meditation
In 2004 I had the opportunity of going 5 months and alone to India for intense Yoga Sadhana.
I was blessed for participating in the Christmas Retreat in Shivananda Ashram where I met Swami Muktanandaji.
After that, I started to participate in the Satsangs, near the Ganga, in the Shivananda Yoga Hall. I had thirst for knowledge so I tried to take notes of swamiji's teachings but some how that "was not working out".
Then I simply decided not to take notes. I started to listen, I trusted and learned what is to be in silence. To my surprise after the satsangs, I remembered most of the teachings! So I started to meditate every day and taking notes after the Satsangs.
After compiling and reviewing those pearls of Advaita and real meditation, with swamiji's permission, I'm sharing these advaitic lectures with everyone.
The introduction is from www.savitari.com, and the photos were taken by the same author of the website. Thanks to Yasmin.
Gonçalo Correia, Porto (Portugal), 2010
Swami Muktananda ji
(Satsangs in Rishikesh)
Download Complete Satsang Notes
Waking, dreaming and deep sleep states of consciousness
In deep sleep, after deep sleep we wake up and feel happy, full of energy. But we don't know from were that energy comes. We are not aware, I mean, the mind don't know, the ego don't know. So, its other dimension of joy and happiness on wich the mind don't interfere, don't know. Hum... interesting.
(. . .)
Who is the "I am"?
In order to know who is the "I" we need to know the "I am". The wave looking to the other waves see them as waves. The wave can never become the ocean unless the wave is aware she is water, her essence is water. Ho… And the ocean is water. Gee...
The waves exist because of the ocean. The wave exists because of the water.
(. . .)
What you really Are is inseparable from Peace and Silence
When we rest in that inner peace which is silence inside, our thoughts became clear and there are no place for confusion and delusion in our mind. Bliss takes place. However, sometimes we can think that that bliss comes from the thoughts. In this sense we identify bliss with thoughts in our mind or sometimes with the experience on the sensorial level, the external world. Then, instead of resting inside we rest on the thoughts, on the sensorial experience. Sooner or later suffering and confusion comes, because thoughts come and go. The source of bliss, Bliss himself comes from inside, not outside. Inside to outside. Unless we cannot feel it, it's to difficult to live. When we feel it everything becomes clear.
(. . .)
Swamiji sayings Truth and Life
"Beyond the world of names and forms there is God. God using a mask, this universe."
"Love, true love is Advaita"
"That which creates time is that light of Truth believing in the world of images."
7.10.10
Para o bem de todos os seres
.
O conhecimento (jñana) sobre a natureza da nossa relação com o Ser Supremo é exposto em diferentes escrituras, desde as Upanishads aos Puranas entre outros shastras e textos védicos. As Upanishads são denominadas de shruti, ou "aquilo que é ouvido" ou revelado enquanto que os Puranas são denominados de smriti, que significa "aquilo que é lembrado" depois de ser ouvido, memorizado. Porém, este não é um tipo de conhecimento qualquer, cujo objectivo serve unicamente a satisfação e o entretenimento intelectual sobre um ou vários temas. Ao contrário, fala sobre aquilo que é Eterno e Imutável em nós e no Universo, da nossa Essência, para que cada um de nós, cada ser (jiva), possa relembrar a dimensão real de si mesmo. Por isso considera-se que as escrituras são também intemporais e idênticas ao que declaram.Desse modo ensina-nos a viver melhor, a entender o nosso propósito neste mundo, relação com os outros e com a lei natural das coisas. Perceber a natureza daquilo que buscamos, o que buscamos e para onde nos leva essa busca, dá-nos a clareza necessária para vivermos mais tranquilos e sermos felizes nesta vida, agora mesmo. Não será isto a libertação dos condicionamentos, o fim das aflições pelas quais o ser humano padece embora não signifique que deixemos de encontrar obstáculos na nossa vida?
Voltando ao ensinamento, verificamos que distintas tradições seguem diferentes shastras, ou então, possuem outras tantas interpretações dos mesmos textos sagrados, conforme a vivência da Realidade que têm. No entanto, se estivermos disponíveis para o estudo e reflexão, identificamos muito em comum: "a unidade na aparente diversidade". Senão vejamos o 1º, 4º e 5º verso da Ishopanishad e o passatempo (lila) de Krishna (Bhágavata Purana) em que o menino se deixa amarrar por sua mãe Yasoda.
Na Ishopanishad é referido que "O Ser Infinito está presente nos corações de todos. / O Ser Infinito é a suprema realidade. / Regozijemo-nos nele através da renúncia. / Não cobiçes nada, pois tudo ao Ser pertence. 1/ (...) O Ser é uno. Sempre imóvel/ o Ser é mais veloz que o pensamento/ mais veloz que os sentidos. / Embora imóvel, ele alcança qualquer objectivo. /Sem o Ser, a vida não poderia existir. 4/ O Ser parece mover-se, mas está sempre quieto. / Parece estar longe, mas está sempre perto. / Está em tudo, e tudo transcende. 5"
Certa vez a mãe Yasoda, insatisfeita com o comportamento do menino Krishna, avisou-o que se
ele continuasse assim, o castigaria. Foi então que pegou numa corda para amarrá-lo, mas cada vez que chegava o momento de amarrar a corda, esta parecia que estava menor. Então ela pegava outra corda e amarrava à outra e tentava de novo, sem que conseguisse seu objectivo porque a corda parecia sempre insuficiente. Ela continuou a tentar várias vezes emendando corda por corda e nunca chegava ao comprimento necessário para que o pudesse amarrar... até que ficou muito cansada. Krishna vendo sua mãe tão cansada se compadeceu e deixou-se amarrar e Yasoda, mais tranquila, pôde voltar aos seus afazeres diários. Dessa forma, Krishna demonstrou Sua Potência Ilimitada!O Ser nunca pode ser alcançado através do pensamento ou dos sentidos. Quantas meditações saíram frustradas por considerarmos que o Ser é algo separado de nós mesmos, que a mente precisa de obter, aprisionar ou "amarrar" como a mãe Yasoda tentava fazer com Krishna. Embora pareça mover-se, o Ser é uno e sempre imóvel. O Ser parece estar longe mas está sempre perto, está em tudo e tudo transcende. Sem que fosse oferecida qualquer resistência, Yasoda era incapaz de amarrar Krishna simplesmente porque a corda nunca tinha o comprimento necessário. A corda simboliza os três gunas (sattva, rajas e tamas), as qualidades da Natureza (Prakriti) responsáveis pela manifestação do Universo e de tudo o que existe nele. O cansaço de Yasoda, simboliza a entrega total ao Ser Infinito, Krishna, que está presente nos corações de todos, regozijemo-nos nele através da renúncia.
Este exemplo, entre outros (infinitos!), demonstra que os ensinamentos são acessíveis, disponíveis e existem para o bem de todos seres! Desejo-vos boas leituras.
----
- Isha Upanishad
- Krishna lila (Bhagavat Purana)
- Sobre os três gunas recomendamos ler a Bhagavad Gita e os satsangas sobre o estudo (mp3)
6.6.10
Ashtávakra Gíta, alguns Sútras
Pico do Areeiro (Madeira)
"Conhece o Ser como a Consciência Pura, a testemunha independente do mundo fenomenal e serás livre."
"Não pertences aos bráhmanas ou a qualquer outra casta, ou áshrama1. Também não és conhecido pelos sentidos2. És livre e existes para além da forma, és a testemunha de tudo. Por isso, sê feliz 3."
AG I.5 Sobre a Compreensão do Ser
______________________________
1 Áshrama – As quatro fases na vida de um hindú prescritas pelas escrituras são: Brahmácharya, estudante; Gárhasthya, casamento; Vánaprastha, recluso na floresta; e Sannyása, renunciado.
Nem a casta, nem o áshrama,ou qualquer outra designação, pode ser atribuida ao Ser. Portanto, o homem de Auto-conhecimento, não tem obrigação de executar as tarefas que lhes digam respeito.
2 Sentidos – A palavra em sânscrito aksi literalmente significa 'olhos', mas aksa refere-se aos 'sentidos' – todos os orgãos externos involvidos na percepção.
3 Feliz - realizando a sua própria natureza, aquilo que És: livre, para além do nome e da forma, testemunha.
Swami Nityasvarupananda, Advaita Ashrama)
Om
10.4.10
14.2.10
Astavakrásana
As oito(asta) deformações ou curvas(vakra) encontram-se nos pulsos, cotovelos, ancas e tornozelos.
Certo dia Kahoda, provocou uma disputa polémica com Vandin, um estudioso versado na ciência da argumentação do Tribunal de Mithila e a derrota lamentávelmente levou à sua morte por afogamento.
Entretanto Astávakra cresceu e com apenas doze anos de idade já era um conhecedor profundo dos Vedas e do Vedanta.
Um dia soube que o rei Janaka iria realizar um grande sacrifício (yajña), reunindo também muitos estudiosos. Astávakra deciciu então partir para Mithila juntamente com o seu tio Svetaketu. Acontece que ao dirigirem-se para o local do encontro, depararam-se com o rei e a sua comitiva. "Saiam da frente, abram alas para o rei passar!" gritaram os assistentes do rei. Mas Astávakra em vez de se afastar respondeu-lhes:" até mesmo o rei, se é realmente um homem justo, tem de deixar passar os cegos, os deformados, pessoas que transportam cargas, as mulheres e os Bráhmanas versados nos Vedas. É esta a regra imposta pelas escrituras." O rei surpreendido pelas palavras sábias. aceitou os argumentos do menino bráhmana e desviou-se declarando à sua comitiva: "É certo que fogo é fogo independentemente de ser pequeno ou grande porque em ambos existe o poder de queimar." Astávakra e Svetaketu dirigiram-se ao salão e local do sacrifício, mas o porteiro impediu-os de entrar. "Os meninos não podem entrar! Apenas os homens de idade que aprenderam os Vedas estão permitidos de entrar." disse o porteiro. O menino respondeu: "Os cabelos brancos não demonstram a maturidade da alma. O homem realmente maduro é aquele que aprendeu os Vedas e Vedangas, domina e conhece a sua essência. Estou aqui para conhecer o Pandit do Tribunal, Vandin. Peço por favor, que informe o rei Janaka do meu desejo. " Naquele momento, Janaka já ia ao seu encontro e reconheceu fácilmente o menino que tinha encontrado anteriormente. Foi então que o rei perguntou:" Sabias que o Pandit Vandin já derrotou muitos grandes sábios no passado, fazendo com que estes fossem lançados no oceano? Isso não te impede de seguir em frente nesta perigosa aventura?" Astávakra respondeu:"O eminente estudioso Vandin tornou-se arrogante e vaidoso com vitórias fáceis sobre homens de bem mas que não eram estudiosos reais. Eu vim aqui para restituir a dívida do meu pai, derrotado por rste homem, como o ouvi pela minha mãe. Não me restam dúvidas de como vencerei Vandin!" No final do debate, a Assembleia declarou por unanimidade a vitória de Astávakra e a derrota de Vandin, o Pandit do Tribunal de Mithila, que se afogou ele próprio no oceano, dirigindo-se à morada de Varuna. Após esta vitória, Astávakra foi abençoado pelo pai e as deformações desapareceram definitivamente do seu corpo. E foi assim que o espírito de Kahoda alcançou a paz e alegria.
O autor do épico nos instrui através das seguintes palavras colocadas na boca de Kahoda: "um filho não precisa ser como o pai. Um pai que é fraco fisicamente pode ter um filho muito forte e um pai ignorante pode ter um filho sábio. É errado avaliar a grandeza de um homem pela sua aparência física ou idade. As aparências externas são enganadoras." Isto também mostra que o inculto Kahoda não era desprovido de senso comum.
Mais detalhes sobre Astávakra no Mahabhárata, Vanaparva cap. CXXXII-CXXXIV
www.mahabharataonline.com
12.2.10

CLIQUE AQUI PARA VER O VÍDEO
Blueprints for Awakening - Wisdom of the Masters
Ajja, Ramesh Balsekar, Swami Dayananda, Swamini Pramananda, Radha Ma, entre outros.
6.2.10
20 de Março no Espaço Ser (Lisboa, Telheiras)

Será dado aos participantes uma sebenta com apontamentos referentes ao workshop.
Workshop "Pranayama"
21 de Março no Espaço Ser (Lisboa, Telheiras)
4.2.10
If even a such a great siddha-yogini as queen Cúndálá could not bring about the spiritual awakening and the enlightenment of king Sikhidhvaja, how does one attain enlightenment at all?
Vasistha said:
The instruction of a disciple by a preceptor is but a tradition; the cause of enlightenment is but the purity of the disciple's consciousness. Not by hearing nor by righteous acts is self-knowledge attained. Only the self knows the self, only the snake knows its feet!
11.1.10
Workshops e Intensivo de Yoga na Fundação da Juventude (Palácio das Artes)
Horário pós-laboral 19h00 às 21h30 (quinta e sexta-feira)
Valor 36 euros/participante (não reembolsável)
Número mínimo de inscrições 5 participantes
Link Fundação da JuventudeHorário laboral 10h30 às 11h30 (quartas e sextas-feiras)
Horário pós-laboral 19h00 às 20h00 (terças e sextas-feiras)
Valor 150 euros/trimestre - cerca de 6 euros/hora (não reembolsável)
Número mínimo de inscrições 6 participantes
Data limite de inscrições 7 dias úteis antes do início do Workshop
Contactos André Rodrigues - arodrigues@fjuventude.pt
telefone 22 339 35 30 ou fax 22 339 35 44
.
28.12.09
Bom Natal e Feliz Ano Novo!
"O Yoga é universal, não é propriedade do ser humano." Patthabi Jois
.













